Musicoterapia

musica-amor

O musicoterapeuta usa a música e seus elementos – som, ritmo, melodia e harmonia – para a reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos. Emprega instrumentos musicais, canto e ruídos para tratar pessoas com distúrbios da fala e da audição ou deficiência mental.

Atua, também, na área de reabilitação motora, no restabelecimento das funções de acidentados ou de convalescentes de acidentes vasculares cerebrais. Auxilia estudantes com dificuldade de aprendizado e contribui para melhorar a qualidade de vida de idosos e pacientes de doenças crônicas. Também promove a reabilitação de dependentes químicos e a reintegração de menores infratores.

Pode trabalhar em hospitais, clínicas, instituições de reabilitação ou centros de geriatria e gerontologia.

Mais informações para formação em Musicoterapia

Musicoterapia é a utilização da música para a prevenção e apoio a problemas mentais, promovendo qualidade de vida e bem-estar, . internacionalmente reconhecida como uma atividade clínica e regulamentada no âmbito das profissões da saúde. Atualmente, existe um sistema de certificação com emissão de licença profissional para musicoterapeutas no Reino unido, na Noruega, na Áustria e nos   Estados Unidos da América.  Em 2017,  No Brasil, o Ministério da Saúde incluiu a musicoterapia na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICs) do Sistema Único de Saúde (SUS). Com isso, esse tipo de atendimento passou a ser oferecido pela rede pública de saúde, o que provocará naturalmente a abertura de vagas em concursos públicos para o bacharel.

Você já ouviu alguém falar que “a música é a linguagem da emoção” e que faz bem para o corpo e para a alma?
Parece papo de poeta, mas acreditem, é verdade e existe até um tipo específico de terapia baseada exclusivamente no poder da música, muito usado em pessoas com Alzheimer: a musicoterapia.

Alzheimer

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Ouvir uma boa música, estimula a produção e liberação de dopamina no cérebro. O intenso prazer que se sente ao escutar música provoca no cérebro a liberação de dopamina, um neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à alimentação, drogas ou dinheiro. De acordo com um estudo publicado na revista científica Nature Neuroscience, a dopamina serve para reforçar alguns comportamentos essenciais à sobrevivência (alimentação), ou pode ainda desempenhar um papel na motivação (recompensa secundária através do dinheiro). O que não se sabia, no entanto, era como a substância poderia estar envolvida no prazer abstrato – como ouvir música.

Para chegar aos resultados, pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, selecionaram dez voluntários, de 19 a 24 anos, entre os 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiam sinais de extremo prazer ao escutar música. Por meio de aparelhos de diagnóstico por imagens, a equipe dos cientistas Salimpoor Valorie e Robert Zatorre mediu a liberação de dopamina e a atividade do cérebro. Paralelamente, sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.

Cérebro – Os resultados mostram que a dopamina é secretada antes do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio “estremecimento” de prazer, ou seja, no auge emocional. Tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões no “coração” do cérebro. Durante o auge do prazer, é ativado o núcleo “accumbens“, envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes – como a cocaína. Antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.

O nível de liberação da dopamina varia com a intensidade da emoção e do prazer, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música “neutra” (indiferente aos voluntários). “Nossos resultados ajudam a explicar porque a música tem esse valor em todas as sociedades humanas”, destacam os pesquisadores. A pesquisa permite ainda compreender “porque a música pode ser utilizada de forma eficaz em rituais, pelo marketing ou em filmes para induzir estados de humor”. Como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa e de expectativa.

Veja

A dopamina é responsável  por sentimentos como amor e lúxuria. “Baixos níveis de dopamina fazem que pessoas e outros animais sejam menos propensos a trabalhar para um propósito”, afirmou John Salamone, professor de Psicologia na Universidade de Connecticut (EUA), em estudo sobre efeitos da dopamina no cérebro publicado em 2012 na revista Neuron.  todos os tipos de música funcionam bem, basta ser agradável aos ouvidos de quem escuta. Por isso, acrescentou o pesquisador, a dopamina “tem mais a ver com motivação e relação custo-benefício do que com o próprio prazer.”

BBC.

EXAME – Ouvir música clássica ajuda a manter o cérebro em forma

Sempre que você tem contato com uma música que você aprecia, seu coração muda o ritmo, suas pernas se movem, sua respiração fica ofegante e uma imensa alegria dentro do seu ser invade, então porque privar-se de uma boa música? Seus vizinhos ficam incomodados? Coloque um fone de ouvido, numa altura que não seja prejudicial aos seus ouvidos e deixe a música te levar para os lugares mais belos possíveis. .Não deixe que te critiquem com o estilo de música que  toca o seu coração, procure ouvir os mais variados estilos existentes e identifique-se com aqueles que mais façam sua alma sorrir, ouça a música do mar, dos rios, das árvores do vento nas vegetações, dos pássaros, dos insetos, enfim, ouça a melodia que está em tudo e procure entrar em sintonia com o universo nesse ritmo melódico harmonioso. O silêncio é bom, mas quando você consegue apagar o excesso de pensamentos, a música ajuda a descontrair a mente nos levando para lugares inimagináveis.

Faça o teste, tenho certeza que vai adorar!

Ouça no Youtube, o som de um Riacho com piano ao

Ouça no Youtube, música classica (Alzheimer)

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Um beijo da Patty

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